Mônica Sampaio

sábado, 21 de fevereiro de 2009

OLHO VIVO NAS ELEIÇÕES DO SINRAD-RJ


Companheiros RADIALISTAS:

Recebi um email, o qual colei abaixo deste artigo, ENTRE ASPAS, para que vocês tirem suas próprias conclusões.

REINO DIVIDIDO NÃO SUBSISTE, ensinou JESUS CRISTO.

O Celso Lopes Bastos é o atual vice-presidente do SINRAD. Na gestão anterior, ele era o presidente, e o Miguel, seu assessor de Comunicação. Formaram juntos essa chapa que elegeu o Miguel presidente, e ele, Celso, vice-presidente.

Nesta declaração, ele se DESLIGA PUBLICAMENTE do grupo da chapa 1, do MIGUEL, com este manifesto reproduzido, a seguir, neste blog.

Seria ingenuidade não perceber que alguma coisa muito grave está acontecendo no SINRAD, para ele emitir uma declaração destas, com a qual se distancia da gestão atual (a mesma que o fez vice-presidente), tão perto das eleições - dia 10 de março.

Parece que, já pressentindo a perda da chapa 1, da diretoria atual - da qual faz parte -, nas próximas eleições, sabe que muita coisa sairá de debaixo do tapete.

É. Esta declaração do vice-presidente do SINRAD deixa claro o que a CHAPA 2 está alegando: EXISTE MUITA COISA ESCUSA ACONTECENDO NO SINRAD.

Analise. Julgue por si mesmo. É a nossa profissão de RADIALISTA que está em jogo.

MÔNICA SAMPAIO é CHAPA 2
Radialista, Escritora e Compositora



"Prestação de Contas sobre atividades sindicais


Companheiros, não vi outro jeito de tratar deste assunto a não ser a maneira pública, já que várias tentativas sem êxito foram feitas a fim de solucionar os problemas em diretoria.
Parte da diretoria do sindicato se recusa a prestar contas do movimento financeiro da entidade, o que contraria o Estatuto e a legislação em vigor (Código Civil), e a tratar de assuntos importantes, como o registro profissional irregular (ou falso) concedido no Rio de Janeiro. Sendo assim, me vejo na obrigação de questionar a legitimidade das ações destes que administram nossa entidade.
A subserviência do sindicato a um grupo de diretores reflete o total desrespeito aos associados, à diretoria como um todo e ao seu estatuto, que determina que as decisões sejam feitas de forma colegiada e não por um grupo que dita as ordens, as quais todos devem obedecer.
Foram frustradas todas as tentativas de tratar destes assuntos de maneira democrática e transparente, uma vez que isto só acontece quando lidamos com pessoas comprometidas com as causas do trabalhador, e que não usam a desinformação e a máquina (entidade) para esconder a verdade e iludir os associados com mentiras.
O propósito desta carta é esclarecer a todos o que vem acontecendo na entidade, já que estes assuntos não serão tratados de forma verídica em nosso jornal. Um exemplo disso é por que não convocaram os associados para prestar contas do movimento financeiro da entidade, como o estatuto determina? Por que deram registro profissional a quem não tinha o direito? Por que pediram dinheiro à categoria para montar as sedes regionais e desviaram este dinheiro? (Ver clausula da Contribuição para Desenvolvimento Sindical, das Convenções 2006/2007, 2007/2008 e 2008/2009). Isto prejudicou os trabalhadores do interior do Estado, que não tem na região a representação de seu sindicato, e até mesmo os da capital, já que nestas sedes estes poderiam passar momentos de lazer.
Tentaram fazer mudanças no estatuto de modo a se eternizar no poder, pois só queriam que os associados mudassem o que lhes era conveniente, atitude esta que contraria o estatuto. Não convocaram os associados para tirar delegação para o congresso de nossa federação, em novembro do ano passado, como determina o estatuto, mas se intitularam delegados. Os diretores Miguel W. Costa e Marcos Antônio C. Gomes viajaram para Campo Grande (MS), usando o dinheiro da entidade para cobrir despesas, sem autorização da diretoria, já que esta havia decidido não participar do evento, até porque precisariam apresentar atas de Assembléias de prestação de contas do movimento financeiro da entidade e ata de Assembléia de tirada de delegados. O golpe só não se consolidou porque a federação foi notificada por mim, que na época era diretor desta, e recuou na inscrição destes diretores como delegados. Essa inscrição daria a eles o direito de se candidatar a membro (diretor) da federação, o que, neste caso, seria uma tragédia maior ainda.
Venderam o trailer comprado no final da gestão passada, e que foi promessa de campanha, que levaria justiça sindical a todo interior do Estado, de forma moderna e econômica (Sindicato Itinerante)
Como não discutiram estes assuntos com os associados, violando determinações do Estatuto, me vi na obrigação de abrir processo na Justiça Civil (Proc. 2008.292611-0), de fazer denúncias na Superintendência Regional do Trabalho (Prot. 46215.044391/2008-15), no Ministério Público do Trabalho (Procuradoria Regional do Trabalho - Prot. 4978), e até na Federação dos Radialistas (FITERT), para que, em juízo, se esclareçam os fatos.
Depois de três mandatos como, membro do conselho de ética, presidente da entidade e vice-presidente, considero cumprida minha participação no movimento sindical, e me coloco a disposição da categoria para qualquer tipo de informação, até porque saio das atividades sindicais, mas não da categoria. A LUTA CONTINUA!


Um grande abraço,

Celso Lopes Bastos - vice-presidente SINRAD